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Compostagem seca: o que é, benefícios e como fazer em casa

compostagem

Com certeza em algum momento você já deve ter se perguntado: o que é a compostagem e como ela deve ser feita? Bem, de forma geral a compostagem é a reciclagem do lixo orgânico, mas ela pode ser realizada de várias maneiras e as principais são a vermicompostagem e a compostagem seca.

Qualquer uma delas pode ser executada em casa de forma artesanal, com recursos de baixo valor e que ainda podem te gerar uma renda extra. Cada uma tem a sua característica, então continue com a gente, descubra as maravilhas da compostagem e qual técnica se adapta melhor à sua realidade.

O que é a compostagem orgânica?

A história da compostagem é uma viagem fascinante que remonta a civilizações antigas, como a chinesa e a romana, que praticavam a reciclagem de resíduos orgânicos há milênios. Estas culturas antigas reconheceram o valor dos restos de alimentos e da matéria orgânica, utilizando estes recursos para enriquecer o solo e promover a agricultura sustentável.

Ao longo dos séculos, a compostagem evoluiu para atender às crescentes necessidades da sociedade. O crescimento das comunidades urbanas e a expansão da industrialização exigem soluções mais eficazes para a gestão de resíduos orgânicos em grande escala.

Assim, a compostagem tem sido gradativamente aplicada em escala industrial, demonstrando sua capacidade de reduzir o impacto ambiental dos aterros sanitários e contribuir para a conservação dos recursos naturais.

Durante o século XX, com a crescente consciência ambiental, a compostagem passou por uma transformação ainda maior. Tornou-se acessível e popular entre famílias e comunidades devido aos crescentes benefícios econômicos e ambientais que proporciona.

Hoje, a compostagem doméstica é cada vez mais popular, refletindo um compromisso crescente com a sustentabilidade e a gestão responsável de resíduos orgânicos.

Por que fazer a compostagem?

De modo geral, a compostagem transforma os restos orgânicos em uma matéria rica em nutrientes que serve como adubo natural para ser usado na agricultura, em jardins e plantas, substituindo o uso de produtos químicos. Fazendo a compostagem ainda é possível diminuir a quantidade de lixo formada no Brasil e no mundo.

Apesar de ter se popularizado ao longo dos anos provando o seu alto valor nutricional como adubo, a compostagem no Brasil ainda é feita em somente 1% do lixo orgânico produzido. E não é por falta de matéria-prima, já que metade do que é jogado fora nos lixos é material orgânico. 

Mas as perspectivas são positivas se aumentarmos a conscientização. De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), a expectativa é que até 2040 o país passe a aproveitar mais de 13 mil toneladas deste tipo de resíduo por dia, o que equivale a um aumento para 13,5% nos próximos 18 anos.

A falta de conscientização e educação sobre a compostagem é uma grande barreira à participação dos cidadãos. Muitas pessoas não estão familiarizadas com este conceito ou não compreendem totalmente os benefícios a ele associados. 

Para enfrentar este desafio, é importante aumentar a sensibilização do público para a compostagem e fornecer informações claras sobre como esta contribui para a sustentabilidade ambiental e a gestão de resíduos.

A destinação desse lixo no Brasil também não é tão conhecida, o que retorna para nós a necessidade de procurarmos locais que recebam e façam a reciclagem desse lixo ou aprendermos a fazer em casa para reutilização em nossas plantas e hortas.

A legislação brasileira entende que o lixo orgânico faz parte da gestão de resíduos, como diz a Política Nacional de Resíduos Sólidos, abrindo espaço para que as cooperativas de reciclagem também adotem esse tipo de atuação.

Quais são os benefícios da compostagem?

Fazer a compostagem é retirar do meio ambiente resíduos que podem contaminar o solo e emitir gases efeito estufa. Quando são destinados aos aterros sanitários, o lixo orgânico pode gerar mal cheiro, liberar gás metano (mais nocivo que o gás carbônico) e o chorume contaminando o solo e a água.

Por isso, adotando a compostagem como método de reciclagem de resíduos, você também consegue:

  • diminuir o custo, a frequência e a emissão de gases efeito estufa pelos transportes que fazem a coleta e a destinação do lixo;
  • reduzir o uso de fertilizantes químicos em casa e na agricultura;
  • consequentemente, diminui a ingestão de componentes químicos que ficam presos nos alimentos produzidos em grandes indústrias, uma vez que há a substituição do adubo químico pelo natural;
  • melhorar a qualidade de vida dos produtores e dos consumidores desses alimentos;
  • reduz o mau cheiro do lixo doméstico e a aparição de insetos indesejados;
  • pode ser uma potencial fonte de renda futura, já que o adubo produzido pode ser comercializado;
  • aderir a compostagem pode evitar até 30 anos de emissão de carbono ao ambiente;
  • aumenta a vida útil dos aterros sanitários, descartando somente o que não há possibilidade de reaproveitamento;
  • contribuição para a preservação do meio ambiente, evitando a formação e emissão do gás metano ao ambiente. 

Quando fazemos a compostagem doméstica ainda temos a possibilidade de gerar benefícios econômicos para nós. Por exemplo, as famílias que fazem compostagem em casa podem reduzir os custos de recolha de resíduos, o de aquisição de fertilizante comercial, e gerar produtos de maior qualidade para o consumo e a venda. 

Com a reciclagem dos resíduos orgânicos ainda criamos uma consciência do que estamos comprando e consumindo, já que de fato vemos o que estamos jogando fora sem termos consumido. Isso significa que podemos comprar menos de determinados produtos.

Os governos locais também podem poupar recursos na gestão de resíduos, como o de transporte e tratamento de resíduos, revertendo os recursos em ações positivas para a comunidade.

Do ponto de vista ambiental, a compostagem doméstica desempenha um papel importante na redução do desperdício de recursos naturais e na mitigação das alterações climáticas. 

Qual é a diferença entre compostagem seca e vermicompostagem?

Existem dois tipos de compostagem: a vermicompostagem e a compostagem seca. Ambas se diferenciam principalmente pela umidade e o processo biológico adotado. Enquanto a primeira utiliza minhocas em um ambiente mais úmido, o segundo conta com o trabalho dos microrganismos. 

A vermicompostagem é um processo biológico que envolve minhocas para transformar resíduos orgânicos em fertilizantes ricos em nutrientes. Elas são responsáveis por decompor os resíduos orgânicos por meio do seu sistema digestivo. O adubo da minhoca é um dos melhores, já que é capaz de melhorar atributos químicos, físicos e biológicos do solo, melhorando assim as plantações.

Já a compostagem a seco é um método eficaz para decompor resíduos orgânicos sem adição de água e sem a necessidade de minhocas. Com isso, ela utiliza apenas materiais secos como palha, folhas secas, serradura, cartão e resíduos de jardim. Esses materiais secos são ricos em carbono e atuam como  fonte de energia para microrganismos que decompõem resíduos orgânicos.

A escolha pode ser feita respeitando o seu estilo de vida, por exemplo, para pessoas veganas, o mais indicado é a compostagem seca. Além disso, a compostagem seca possibilita volumes maiores de resíduos e alimentos que na vermicompostagem são proibidos, como pedaços de carne, laticínios e alimentos cozidos.

Quais são os tipos de compostagem seca?

Dentro da compostagem seca, existem também duas formas: a termofílica e a compostagem fria. Na primeira, a decomposição é feita por meio de bactérias que utilizam o oxigênio e as altas temperaturas como as principais fontes de energia. Já a segunda é um processo natural de decomposição por microrganismos, fungos e bactérias sem a presença de altas temperaturas.

Ambas não precisam de umidade, inclusive, o excesso dela pode diminuir o processo de decomposição dos resíduos por tirar o oxigênio dela. Isso também significa que apesar de possibilitar a reciclagem de uma quantidade maior de alimentos, nem todos devem ser colocados. 

As carnes, laticínios e ossos, por exemplo, podem ser despejados na composteira, mas em pequenas quantidades, uma vez que eles são difíceis de se decompor e assim podem gerar mau cheiro e atrair animais indesejados. 

Porém, no caso da compostagem termofílica, ela aceita resíduos mais complexos como as fezes de cachorro, já que as altas temperaturas tornam o processo seguro, eliminando os potenciais patógenos.

É possível fazer a compostagem em casa?

Sim, é muito possível fazer a compostagem em casa, tanto a vermicompostagem como a compostagem seca, o que é necessário é estudar qual a forma ideal para o seu lar. A compostagem não existe somente em escala industrial, mas também pode ser feita em casa. 

A compostagem doméstica é um processo de decomposição controlada de resíduos orgânicos, transformando-os em adubo orgânico rico em nutrientes. Ela é ainda uma solução sustentável, simples e barata para dar destino correto aos resíduos orgânicos da cozinha.

Esses resíduos orgânicos podem incluir cascas de frutas, cascas de vegetais, restos de comida, borra de café, folhas secas, aparas de grama e outros materiais biodegradáveis. O composto resultante é um fertilizante natural valioso que pode ser usado para enriquecer o solo do jardim, vasos de plantas e hortas.

Porém para ser feita é necessário observar algumas nuances, como o tamanho do recipiente que vai utilizar para armazenar a compostagem. É importante considerar o tamanho da sua casa, o espaço que vai disponibilizar para colocar a composteira e a quantidade de resíduo orgânico que é produzido.

O ideal é fazer uma composteira que não ultrapasse 1 metro cúbico ou o equivalente a três caixas de 30 centímetros de profundidade e 50 centímetros de largura. Tamanhos maiores podem dificultar o manejo da composteira.

Quais são as técnicas mais comuns de compostagem doméstica?

A compostagem doméstica é um método altamente versátil, oferecendo uma variedade de abordagens e métodos para transformar resíduos orgânicos num recurso valioso e sustentável. Descubra quais são as técnicas mais comuns.

Compostagem em pilha

Esta abordagem se destaca pela sua simplicidade. Os resíduos orgânicos são empilhados em camadas  de material verde rico em nitrogênio (por exemplo, cascas de frutas e vegetais) e materiais marrons ricos em carbono (por ex. folhas secas ou serragem). Virar a pilha regularmente promoverá a aeração e a decomposição eficaz do material.

Composto em uma caixa ou recipiente

Neste método, os resíduos orgânicos são colocados em uma caixa ou recipiente especialmente projetado  para compostagem. Essa abordagem proporciona melhor controle de temperatura e  umidade, e muitas caixas possuem sistemas de ventilação que auxiliam na ventilação, acelerando o processo de decomposição. 

Compostagem de Camadas

Este método requer cavar uma trincheira no solo para conter os resíduos orgânicos. A cobertura do solo promove a decomposição e infiltração de nutrientes no solo, melhorando assim a fertilidade do solo. 

Compostagem quente

Também conhecida como compostagem aeróbica acelerada, esta técnica envolve a manutenção de altas temperaturas e aeração contínua. Embora este seja um método eficaz de acelerar o processo de decomposição, requer atenção e gerenciamento mais cuidadosos para manter as condições ideais. 

Bokashi

A técnica Bokashi é uma forma de compostagem anaeróbica que utiliza efetivamente microrganismos para fermentar resíduos orgânicos em um tanque especial. Esta é uma opção adequada para espaços pequenos e não cria odores desagradáveis. Além disso, o líquido resultante, denominado “suco de Bokashi”, é um excelente fertilizante.

Composteira elétrica

A compostagem também pode ser feita por uma máquina, no caso a composteira elétrica. Ela é automática e possui microrganismos dentro dela que transformam os restos de alimentos em adubo em até 24 horas. 

Cada um desses métodos de compostagem tem suas próprias vantagens e é escolhido com base nas preferências e recursos individuais. Compreender as nuances e os princípios por trás de cada técnica é essencial para garantir uma compostagem bem-sucedida e eficiente.

Quanto tempo leva a compostagem seca?

A compostagem seca feita de forma artesanal leva mais tempo do que aquela feita pela composteira elétrica. É importante lembrar que a compostagem é um processo natural e, portanto, pode ser mais lento ou mais rápido dependendo das circunstâncias. 

Isso significa que a compostagem pode demorar uma, duas semanas, um mês, seis meses ou um ano, dependendo do tipo de composto que você irá utilizar. Uma pouca quantidade de resíduos e a ação termofílica pode tornar o processo mais rápido, por exemplo. Grandes quantidades em ambientes sem luz solar podem demorar mais a gerar um resultado. 

O que deve ser observado é o produto que está sendo formado. Quando perceber que há uma espécie de terra fofa e escura, saberá que este é um adubo pronto para ser utilizado.

Paciência é a chave para a compostagem a seco, mas os resultados valerão a pena porque você produzirá seu próprio fertilizante natural e reduzirá a quantidade de resíduos que vão para o aterro.

Como fazer compostagem seca no quintal?

A compostagem a seco pode ser feita num recipiente de compostagem específico para o efeito, numa pilha de compostagem ou num recipiente de plástico com tampa. Conheça as etapas básicas para fazer composto seco.

Escolha o local

Escolher o local certo para a compostagem seca é importante para uma compostagem bem-sucedida. Escolha uma área bem ventilada onde o ar possa circular livremente. Isso permitirá que os microrganismos responsáveis ​​pela decomposição do material tenham acesso ao oxigênio, acelerando assim o processo de decomposição. Evite áreas muito úmidas, como depressões no solo, para evitar problemas de drenagem e odores desagradáveis. 

Ingredientes

Obter os materiais certos é o próximo passo. Para criar um composto seco eficaz, compre ingredientes secos como palha, folhas secas, serragem e papelão. Lembre-se de moer ou cortar esses materiais em pedaços menores, pois isso aumentará a área de superfície disponível para decomposição microbiana. Estes materiais ricos em carbono são essenciais para equilibrar a relação carbono-nitrogênio na pilha de composto. 

Resíduos orgânicos

Comece a compostagem adicionando resíduos orgânicos à sua pilha. Isso pode incluir cascas de frutas, cascas de vegetais, folhas, aparas de grama e outros resíduos de jardim. Evite produtos de origem animal, como carne e laticínios, pois esses ingredientes podem atrair parasitas e causar problemas de odor. Concentre-se em materiais vegetais porque são ricos em nitrogênio, um ingrediente essencial para a decomposição. 

Nível de material

A compostagem eficaz depende da criação de camadas alternadas de matéria seca (carbono) e resíduos orgânicos (nitrogênio). Essa relação equilibrada entre carbono e nitrogênio fornece o ambiente ideal para a operação de microrganismos em decomposição. A matéria seca dá estrutura à pilha, enquanto os resíduos orgânicos fornecem nutrientes essenciais para bactérias e outros microrganismos. Essa combinação acelera o processo de compostagem. 

Ventilação

Para garantir que a sua pilha de composto seco tenha oxigênio suficiente, é importante virá-la regularmente. Isso permite que o ar entre na pilha de compostagem, facilitando o acesso dos microrganismos ao oxigênio de que precisam para se decompor. Além disso, você pode fazer furos na pilha para deixar entrar ar. Uma boa aeração é essencial para manter o processo de compostagem funcionando perfeitamente.

Monitoramento de umidade

É essencial verificar periodicamente o nível de umidade da pilha de compostagem. A pilha deve estar úmida, mas não encharcada. A umidade adequada ajuda os microorganismos a crescer e acelerar a decomposição. Se a pilha de compostagem estiver muito seca, adicione água gradualmente para aumentar a umidade. Se estiver muito úmido, adicione matéria seca para equilibrar.

Tempo de compostagem

O tempo necessário para produzir composto seco varia muito, de semanas a meses, dependendo das condições locais e do tamanho da pilha. Fatores como temperatura, aeração e proporção de material desempenham um papel importante na velocidade da compostagem. Monitorar a pilha regularmente ajudará a determinar quando o composto estará pronto. 

Colheita de composto

Assim que o processo de compostagem a seco estiver concluído, você poderá colher o composto maduro. O composto está pronto quando apresenta cor escura e textura semelhante à do solo. Este composto maduro é um fertilizante valioso e pode ser usado para enriquecer o solo do seu jardim, fornecendo nutrientes essenciais às suas plantas.

Boa manutenção

A compostagem exige cuidados constantes, o que pode desanimar os iniciantes. Para resolver este problema, é importante dar conselhos claros sobre como cuidar e manter a pilha de compostagem. Além disso, aumentar a conscientização sobre os benefícios da compostagem a longo prazo  pode motivar as pessoas a manter a prática no longo prazo.

Qual o melhor tipo de compostagem?

A compostagem em si é a melhor forma de evitar a contaminação do meio ambiente pelos resíduos orgânicos. A melhor forma de fazê-la vai de acordo com as suas necessidades e possibilidades. A compostagem de pilha é um método tradicional e acessível, a vermicompostagem envolve minhocas para acelerar o processo, enquanto a compostagem a seco oferece uma alternativa eficiente em termos de água.

Com isso, a técnica a seco pode ser uma opção eficaz para transformar resíduos orgânicos caseiros num valioso recurso terrestre. Isto não só ajuda a reduzir a quantidade de resíduos enviados para aterros, mas também cria um composto rico em nutrientes que pode melhorar a qualidade do solo e promover o crescimento saudável das plantas. 

Enquanto isso, a vermicompostagem ilustra o papel essencial que as minhocas desempenham na transformação de resíduos orgânicos em fertilizantes valiosos. Compreender como funciona este processo, aprender a criar o seu próprio sistema de vermicompostagem em casa e perceber os muitos benefícios associados a este método é um passo importante para um estilo de vida sustentável e mais amigo do ambiente.

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